O Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) está promovendo treinamentos para os trabalhadores das portas de entrada da unidade, com o objetivo de informar sobre o protocolo de atendimento a vítimas de acidente vascular cerebral (AVC). Participam da atividade vigilantes, recepcionistas e, também, agentes de transporte e profissionais responsáveis pela higienização.

“É importante o nosso olhar de integrar esses profissionais no processo de educação em saúde, porque eles estão em nossas portas de entrada. Por vezes, são os primeiros a ter contato com o paciente que chega com suspeita de AVC e podem ajudar na celeridade desse atendimento, bem como na mobilização da equipe de saúde”, explica Ludmila Muniz, coordenadora de enfermagem da Unidade de AVC do HGRS.

De acordo com a profissional, o treinamento é realizado a partir de uma abordagem durante a atividade laboral, com a entrega de panfletos com informações e abertura de um diálogo para discussão de experiência na comunidade ou na família e reflexão sobre o grave problema social de saúde que é a pessoa com sequelas de AVC. Salientar a importância da celeridade no atendimento de pessoas com sinais e sintomas de AVC é um dos pontos centrais da ação.

“O treinamento foi excelente, transmitindo aquilo que precisamos aprender realmente para fazer a diferença no atendimento ao paciente. Nós, como profissionais que trabalham na área da saúde, precisamos ter esse tipo de conhecimento para atender melhor aqueles que chegam no hospital”, relata Geferson Cruz, que faz parte da equipe de higienização do HGRS e participou da atividade.

Dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) apontam que, no ano de 2021, ocorreram no Brasil 164.200 internações de pacientes com AVC, a segunda principal causa de morte no mundo. O AVC também é uma causa importante de incapacidade devido às sequelas, com um grande impacto econômico e social, afetando não apenas o paciente, mas toda a família.

Fonte: Ascom HGRS