Uma escavadeira a serviço da prefeitura quebrou um ponto da rede distribuidora de água, nesta terça-feira (9) pela manhã, na Estrada Velha do Aeroporto. Equipe da Embasa está no local para reparar o trecho danificado da tubulação. Por isso, o fornecimento de água foi interrompido em Nova Brasília e nos loteamentos entre a entrada do Jardim Esperança e a Mansão dos Magistrados. A conclusão do serviço está prevista para as 20 horas de hoje, quando será iniciada a regularização gradativa do abastecimento de água nessas áreas.

No início de junho, fortes chuvas provocaram um deslizamento de terra no trecho da Estrada Velha do Aeroporto, próximo ao Convento Dom Amado, e, por isso, a Embasa relocou parte da rede distribuidora que ficou exposta para uma área de terreno mais estável. Quando esse serviço foi realizado, técnicos da Sucop estavam no local e tomaram conhecimento do ponto para onde foi remanejada parte da tubulação da Embasa.

Pavimentação

A Prefeitura vem sustentando em nota divulgada aos meios de comunicação que os gastos com a recuperação dos buracos na pavimentação de Salvador causados pela Embasa geram prejuízos à cidade. Isso não aconteceria se o convênio entre a Prefeitura e a Embasa não tivesse sido rescindido. A empresa informa que, desde o final da gestão passada, a gestão municipal rompeu, de forma unilateral, um convênio que previa a recuperação do asfalto nas áreas de intervenção da empresa para manutenção de suas redes mediante pagamento. A alegação, na época, foi a falta de estrutura para asfaltar todos os pontos. Naquele momento, a prefeitura tinha um total de 6.000 solicitações da Embasa sem atendimento. Caso o convênio fosse restabelecido, com estrutura necessária por parte da Prefeitura, esse fato não aconteceria.

A atual gestão não restabeleceu o convênio com a Embasa que, desde então, mantém quatro contratos para manutenção de redes e ramais e também recuperação de pavimentação. Além disso, está licitando outro contrato, desta vez, exclusivo para a recuperação asfáltica dos pontos abertos para serviços de manutenção.

A Embasa salienta que pagará os custos alegados pela PMS referentes a recuperação de pavimentação, desde que sejam comprovados que tais serviços sejam devidos pela empresa.