MESMO COM A QUEDA DE QUATRO VÍRGULA UM PORCENTO NO PIB/ PRODUTO INTERNO BRUTO BRASILEIRO/ E DO FORTE IMPACTO ECONÔMICO DA PANDEMIA/ O GOVERNO BAIANO CHEGOU AO FINAL DE 2020 COM AS RECEITAS PRÓPRIAS NOS MESMOS PATAMARES DO ANO ANTERIOR/ EM TERMOS NOMINAIS/ OU SEJA/ EM VALORES ABSOLUTOS/ SEM CONSIDERAR A INFLAÇÃO DO PERÍODO// O RESULTADO/ QUE AJUDOU A MANTER O EQUILÍBRIO DAS CONTAS/ A PRESERVAR O RITMO DOS INVESTIMENTOS E A ASSEGURAR OS RECURSOS NECESSÁRIOS PARA O COMBATE AOS EFEITOS DA CRISE SANITÁRIA/ FOI DEMONSTRADO NESTA TERÇA-FEIRA/ PELO SECRETÁRIO DA FAZENDA DO ESTADO/ MANOEL VITÓRIO/ EM AUDIÊNCIA PÚBLICA VIRTUAL PROMOVIDA PELA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA BAHIA/ PARA AVALIAÇÃO DAS METAS FISCAIS REFERENTES AO TERCEIRO QUADRIMESTRE DO ANO PASSADO// ELE RESSALTOU AINDA DOIS MARCOS IMPORTANTES// A BAHIA SOMOU SETE BILHÕES E OITOCENTOS MILHÕES DE REAIS DE ECONOMIA REAL COM GASTOS DE CUSTEIO/ ENTRE 2015 E 2020/ GRAÇAS À POLÍTICA DE QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO INSTITUÍDA NO INÍCIO DA PRIMEIRA GESTÃO DO GOVERNADOR RUI COSTA// ALÉM DISSO/ O ESTADO CHEGOU A CATORZE BILHÕES E NOVECENTOS MILHÕES DE REAIS INVESTIDOS NESSE PERÍODO/ MANTENDO-SE EM SEGUNDO LUGAR NO PAÍS NESTE TIPO DE GASTO FUNDAMENTAL PARA A GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA E O ESTÍMULO À RETOMADA DA ECONOMIA///

COM INFORMAÇÕES DA SECOM BAHIA/ ALEXANDRE SANTANA///