Na sétima edição, o Programa de Pesquisa para o SUS (PPSUS) vai contemplar 38 projetos de pesquisa, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), Ministério da Saúde (MS), Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O objetivo do programa é apoiar pesquisadores, para que possam dar continuidade aos seus projetos, com foco na resolução dos problemas de saúde locais, a fim de reduzir as desigualdades regionais, na inovação e no desenvolvimento científico e tecnológico em saúde.

A Bahia, que participou de todas as edições do programa, está com o sexto edital em vigência, com previsão de término para janeiro de 2022. Nneste ano, serão ofertados R$ 5.250.000,00 para o financiamento de bolsas de mestrado e doutorado.

De acordo com o diretor de Inovação da Fapesb, Handerson Leitte, as linhas de pesquisa do programa contemplam assuntos da atualidade e que são de extrema importância para a melhoria dos serviços de saúde ofertados pelo SUS. “Entre os temas das linhas de pesquisa, que foram discutidos na Oficina de Prioridades, realizada com pesquisadores a partir de propostas da Sesab, estão: Ações de vigilância, proteção, promoção e prevenção em saúde nos territórios e em todos os níveis de atenção; Atenção básica de forma integrada e resolutiva; Redes de atenção à saúde (RAS) de forma regionalizada, ampliando a equidade de acesso, garantindo a integralidade e a segurança do paciente; Política de gestão do trabalho e educação na saúde; Gestão estratégica do SUS/BA”, explica Handerson Leitte.

O diretor ressalta também que diversos dos trabalhos aprovados estudam a Covid-19, o que representa o entendimento dos participantes quanto às demandas atuais do setor e que pode auxiliar o SUS no período pós-pandemia. A lista completa dos projetos aprovados está disponível no site da Fapesb.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, Adélia Pinheiro, destaca que esta edição traz a reafirmação do investimento em pesquisa para o SUS, tendo em vista que a Fapesb conseguiu aderir ao programa pela sétima vez consecutiva, em uma época pandêmica, quando o mundo inteiro volta a atenção para a necessidade de promover pesquisas científicas, principalmente direcionadas à saúde pública.

“Das 141 propostas submetidas, aprovamos 38 projetos, oriundos de diversos municípios, contemplando todas as regiões do nosso estado, através de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa, em um número amplo de instituições. Esses resultados iniciais demonstram os esforços do Governo do Estado em potencializar os municípios do interior e o contínuo trabalho da Secti, quem administra a Fapesb, em manter os agentes do ecossistema de CTI integrados, para promover a qualidade da atenção à saúde no estado da Bahia, com significativa contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico no SUS”, afirma a secretária.

Fonte: Ascom/Secti