O superfungo identificado pela primeira vez em um paciente de um hospital privado de Salvador em dezembro de 2020 está sob controle. Após uma extensa investigação, descobriu-se que 11 pacientes foram infectados. O médico infectologista Antônio Bandeira, da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia (Divisa), informa que o fungo pode causar infecções graves e levar à morte, mas ressalta que não há relatos de contaminação em outras partes do país nem no hospital.