Hemodinâmica do HGRS
Foto: HGRS

Readequada completamente em dezembro de 2017, a hemodinâmica do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) completou, no último domingo (20), três anos de funcionamento com o novo formato. No período, 11 mil procedimentos foram realizados.

Hoje, o HGRS realiza cerca de 50 tipos de procedimentos na hemodinâmica. Além de registrar aumento do volume em relação à média dos anos anteriores à readequação, o setor avançou na complexidade da assistência oferecida. A reforma repercutiu, inclusive, na demanda da Central Estadual de Regulação (CER), pois, ao passar a atender pacientes de outras instituições, possibilitou a redução ou mesmo exclusão da fila de espera para alguns casos.

De acordo com o coordenador médico da hemodinâmica do HGRS, o radiologista intervencionista Gustavo Domingues, mesmo durante a pandemia, o serviço conseguiu manter um volume alto de atendimento, graças ao planejamento estratégico elaborado no momento em que surgiu a emergência sanitária.

“O primeiro ano após a readequação foi extremamente positivo, quando registramos um aumento de 370% no volume de procedimentos em relação à média dos anos anteriores. Mas – justamente na pandemia da Covid-19, quando tivemos de trabalhar com estratégias para desinfecção do setor e prevenção de contaminação da equipe e dos pacientes – conseguimos superar números importantes. É o caso do cateterismo cardíaco, que, em 2018, fizemos 412 e, em 2020, 650”, conta o coordenador.

A hemodinâmica do HGRS possui, atualmente, oito leitos no Centro de Recuperação Pós-Anestésica (CRPA), duas salas de exames e salas de comando. Com a modernização do setor, houve, também, a aquisição do segundo angiógrafo. O novo equipamento possibilitou maior detalhamento nos exames vasculares e, em especial, na neurorradiologia, uma vez que passaram a ser disponibilizadas reconstruções em três dimensões.

Fonte: Ascom/HGRS