O jornal The New York Times divulgou, nesta quinta-feira (24), reportagem sobre os atrativos turísticos da capital baiana. Esta é a segunda vez, somente neste mês de janeiro, que o jornal destaca a importância da Bahia para o turismo. A partir de um roteiro de 36 horas, o jornalista Seth Kugel dá dicas para visitar a cidade, descrita como uma área "mergulhada na cultura afro-brasileira, rica em literatura, palco de uma vida noturna vibrante".  
Os serviços de transporte coletivo baratos facilitam a locomoção com segurança, registra a reportagem. Com isso, o visitante terá facilidade para visitar o Pelourinho: "Prédios coloniais brilhantemente pintados com sacadas de ferro", detalha o texto, mencionando ainda a expressividade do Museu Afro-Brasileiro e a dourada Igreja e Convento de São Francisco, do século XVIII. 
As indicações incluem o Santo Antonio Além do Carmo, região repleta de ateliês, cafés e bares com música ao vivo. O Forte da Capoeira é sugerido por guardar a tradição de rituais africanos trazidos ao Brasil durante a escravidão. Para hospedagem, uma dica é o restaurado Palace Hotel, onde Orson Welles e Pablo Neruda se hospedaram.
 
Quem acolher a indicação do The New York Times vai constatar que a Bahia oferece muito mais que sol e praia. As zonas turísticas estão repletas de lazer e diversão, história e cultura, somados a uma infraestrutura de qualidade. "Por todos estes fatores, a atividade turística está em expansão na Bahia e nós realizamos ações estruturantes com os propósitos de facilitar a vinda de visitantes e recebê-los da melhor forma possível", disse o secretário estadual do Turismo, José Alves, ao comentar a reportagem do NYT.
Para exemplificar os trabalhos em andamento, o secretário citou a capacitação de profissionais e a diversificação da oferta de produtos turísticos. O incentivo à oferta de voos também está nessa pauta com bons resultados. Somente no Aeroporto de Salvador, as companhia aéreas colocaram mais de 1,8 mil voos extras durante o verão. Porto Seguro e Ilhéus têm mais de 700 voos extras nesta temporada, sem contar, o movimento do Carnaval. 
Fonte: Ascom/Setur

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