De 19 a 29 de abril, o VIVADANÇA se espalha por diversos teatros, espaços alternativos e ocupa as ruas de Salvador. Em 2018, o festival celebra a abertura da sua 12ª edição com uma das companhias oficiais mais antigas e prestigiadas do Brasil: o Balé Teatro Guaíra, às 20h, no Teatro Castro Alves. O grupo apresenta o espetáculo “Carmen”, coreografia criada pelo paulista Luiz Fernando Bongiovanni, a partir das composições de Georges Bizet e Rodion Shchedrin. Um drama clássico de amor e ódio ambientado na Sevilha do século 19, em que a protagonista, uma cigana, usa seus talentos de dança e canto para enfeitiçar e seduzir vários homens. A programação completa está disponível no site www.festivalvivadanca.com.br.

Com o apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia, o VIVADANÇA Festival Internacional continua expandindo seus canais de articulação pelo Brasil e pelo mundo, a exemplo do apoio do Fundo Iberescena/Funarte, Embaixada da França, do Instituto Francês no Brasil, CCBB, em parceria com o MID – Movimento Internacional de Dança (DF); da parceria com Embaixada de Israel, com o Idartes/Governo de Bogotá – Colômbia, com o Adam Mickiewicz Institute /Polônia, Aliança Francesa, Goethe-Institut Salvador e o Internationales Solo Tanz-Theater Festival (Alemanha). Todas essas pontes e redes nacionais e internacionais, que se conectam para criar um espaço de diversidade, formação, mercado, intercâmbio, diálogo e produção artística, também destina gratuitamente 40% de toda a sua plateia para escolas, entidades, instituições e projetos sociais. Este ano com destaque para a parceria com a Fundação Cultural do Estado da Bahia, através da qual dois agentes culturais de cada macrorregião do estado acompanharão toda a programação.

“A 12ª edição do VIVADANÇA é marcada mais uma vez pela diversidade e parceria. No momento atual do país, e do mundo, torna-se fundamental promover encontros através da arte. Unir, nesses encontros pessoas de outras culturas, amplia ainda mais nossa visão sobre questões comuns. O festival segue firme sendo ponto de energização para futuros desdobramentos e espaço de liberdade para as ricas diferenças da contemporaneidade”, reafirma a diretora, curadora e coreógrafa Cristina Castro. Confira a matéria completa no site da Secretaria de Cultura do Estado.

Fonte: Ascom/ Secretaria de Cultura do Estado (Secult)