Colaboradores da Secretaria de Comunicação Social do Estado (Secom) levaram música, presentes e carinho na tarde desta sexta-feira (15), para pouco mais de 30 crianças e adolescentes, entre três e 17 anos, atendidas no Lar Educar para o Futuro, instituição que, desde 2016, oferece atividades educativas no bairro de Areia Branca em Lauro de Freitas.

Houve distribuição de presentes doados pelos colaboradores e um lanche para celebrar o momento, além da apresentação do coral Comunicanto Secom, formado por servidores da secretaria que, fantasiados com trajes de personagens que povoam o imaginário das crianças, cantaram canções do repertório infantil.

A iniciativa faz parte da ação de fim de ano da secretaria. “A Secom está iniciando agora um projeto chamado Servidores do Bem. Vamos começar em janeiro de 2018, mas a gente já queria aproveitar o Natal, que é uma data que a gente costuma sempre ajudar as pessoas, escolher uma instituição de caridade para ajudar com presentes e trazer o coral Comunicanto, que é um projeto que a Secom já trabalha, para que as crianças assistissem a apresentação. Foi uma iniciativa muito bacana em parceria com o setor de Recursos Humanos, todos os setores contribuíram, doaram presentes, foi muito bacana”, explicou a Assessora de Planejamento e Gestão da Secretaria de Comunicação, Marcela Freitas.

“É muito lindo, é bonito de ver a criançada toda alegre. Isso não tem preço”, disse o copeiro Leandro Santos, que tem dois filhos atendidos pela instituição. O Lar Educar para o Futuro oferece reforço escolar, balé, karatê e aulas de violão a preços populares ou gratuitas, para aqueles que não podem pagar. A iniciativa é da pedagoga Gicélia Almeida que, desempregada, encontrou na solidariedade uma forma de ocupação.

“O objetivo é dar uma ocupação para as crianças. Elas iam para a escola e, quando chegavam, eu as via por aí, pela rua, brincando. E aí nasceu no coração esse desejo de poder ajudar, de contribuir com a sociedade, com a minha comunidade. A gente começou a desenvolver esse trabalho, embora não tendo condições, muitos amigos começaram a nos ajudar e hoje a instituição funciona com muitas doações”, explica a responsável pela instituição.


Repórter: Lina Magali