A parceria entre as Bases Comunitárias de Segurança do Nordeste de Amaralina e Chapada do Rio Vermelho e a ONG Seja Semente proporcionou um domingo (7) repleto de atividades para os moradores. Uma ação realizada no Centro Social Urbano (CSU) levou serviços de saúde, beleza, música, dança e diversão para o Nordeste.

Os cuidados com a saúde ficaram por conta de profissionais de diversas especialidades. Médicos clínicos, nutricionistas, fisioterapeutas e dentistas realizaram avaliações e atendimentos básicos para crianças e adultos. Além aplicação de flúor, alongamentos, meditação, consultas, aferição de pressão, distribuição de medicamentos, um ginecologista orientou sobre a saúde feminina.

Maitê Gomes, 34 anos, aproveitou para colocar a saúde em dia. “Fazia tempo que não ia ao médico”. Para ela, mãe e dona de casa, ter a oferta do serviço no bairro que mora facilitou a rotina. Já os pequenos se esbaldaram nos brinquedos espelhados pelo centro como pula-pula, pega-pega e animadores.

Uma instrutora de Fit Dance e a turma do grupo Neojibá colocaram todo mundo para dançar, com apresentações de forró e sertanejo. Moradora do Engenho Velho da Federação, a dona de casa Ilza Pinto Cruz, 47, mudou o visual. “Fiz a sobrancelha e cortei o cabelo”. Portadora de uma doença autoimune, Ilza aproveitou para tirar dúvidas sobre o processo de aposentadoria no balcão do Centro de Referência e Assistência Social (Cras). A Defensoria Pública também mandou uma equipe para o evento.

Foto: ALBERTO MARAUX
(Foto: Alberto Maraux/SSP)

O comandante da BCS/Nordeste de Amaralina, capitão PM Elder Figueiredo, informou que todas as atividades das unidades de policiamento comunitário têm o propósito de aproximar o povo da polícia e acabar com estereótipos comuns em comunidades carentes. “Buscamos quebrar as barreiras entre a polícia e a população”. O sorriso no rosto da molecada é o que motiva a comandante da BCS/Chapada, capitã PM Eva Cachoeira. “Foi muito bom proporcionar um dia diferente para eles. Isso nos trás felicidade”.

Roupas, sapatos e lanches foram comercializados em um bazar, que terá toda renda revertida para os projetos desenvolvidos nas BCSs. Criadora da Seja Semente, Simone Pires disse que o movimento foi criado para tirar as pessoas de sua zona de conforto. “Estimular a doação ao próximo”.

Fonte: Ascom/Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP)