As possibilidades para o desenvolvimento do turismo de base comunitária como fonte de geração de trabalho e renda foram tema de seminário realizado pela Pastoral do Turismo (Pastur), no bairro do Uruguai, na Cidade Baixa, em Salvador, no fim de semana. Com apoio da Secretaria do Turismo da Bahia (Setur), o encontro abordou o conceito e o público-alvo do turismo de base comunitária, também conhecido como turismo solidário, comunitário ou responsável.
Técnica da Setur, Sabrina Lewandowski explica que o turismo de base comunitária tem por base uma experiência diferenciada para o visitante, a partir da sua participação na vida comunitária local, conhecendo outros modos de vida, costumes, gastronomia típica e aspectos culturais, entre outros.
“A proposta é receber visitantes que desejam a imersão social”, ressaltou Sabrina, lembrando que, no Uruguai, a comunidade de Alagados tem como atrativo principal a experiência religiosa vinculada à Paróquia de Nossa Senhora dos Alagados e São João Paulo II, cuja igreja foi fundada pelo papa João Paulo II, em visita à Bahia, na década de 80.
Foto: Divulgação/Setur
(Foto: Divulgação/Setur)
Durante o encontro, exemplos exitosos, como a Rota da Liberdade, que inclui vivências com comunidades de quilombos do município de Cachoeira, e o Turismo Comunitário do Calafate, no bairro do mesmo nome, em Salvador, foram mostrados ao público presente, com o intuito de estimular a implantação da iniciativa no Uruguai.
Alagados está localizado na região suburbana de Salvador, que abrigou também ações de caridade promovidas por Irmã Dulce e recebeu a primeira casa  da congregação Missionárias da Caridade, criada por Madre Tereza de Calcutá, no Brasil.
Fonte: Ascom/Setur