Proteger, cuidar e combater. Durante o Carnaval, a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) reforça os serviços e ações de acolhimento às vítimas de exploração, abuso e violência sexual. O Serviço de Atenção a Pessoas em Situação de Violência Sexual (Projeto Viver) funcionará todos os dias, das 8h às 20h. Já as vítimas com risco iminente de morte serão encaminhadas à Casa Abrigo, após registro de boletim de ocorrência na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam). 
“São serviços fundamentais, de atenção e acolhimento, com respeito e cuidado, para a preservação das vidas das vítimas de abuso e exploração sexual, com dignidade. Mas precisamos reforçar, ainda mais, o combate e a punição a estes crimes”, afirma o secretário da SJDHDS, Carlos Martins. 
O Projeto Viver é um serviço especializado no atendimento a vítimas de violência sexual, independentemente de gênero ou faixa etária. Possui uma equipe de médicos, advogados, assistentes sociais e psicólogos, além de oferecer medicamentos, como coquetéis para doenças sexualmente transmissíveis e pílulas do dia seguinte, gratuitamente. O espaço funciona no térreo do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IML), no Vale dos Barris. 
Já a Casa Abrigo é voltada às vítimas de violência doméstica e de gênero com risco de morte. O serviço é sigiloso e realizado em parceria com as Varas Especializadas, Centro de Referência e Ministério Público, além da Deam. A ação faz parte do Programa de Políticas Públicas para Mulheres, integrante do Plano Nacional de Políticas para Mulheres do Governo Federal. Por questões de segurança, a Casa, mantida pela SJDHDS, não tem o endereço divulgado.
Disque 100
Outro serviço de combate à exploração sexual é o Disque 100, que funciona em parceria com a SJDHDS, extensivo às denúncias de abuso contra crianças e adolescentes, trabalho infantil e violência contra LGBT. Durante todo o Carnaval, as denúncias também poderão ser feitas no Plantão Integrado, coordenado pela SJDHDS, na sede do Procon, localizada na Rua Carlos Gomes. 
O Plantão Integrado funciona como uma central de acolhimento de casos e de monitoramento de violações de Direitos Humanos, reunindo órgãos públicos e instituições como o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Conselho Tutelar, Conselho Estadual da Criança e do Adolescente e Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela. O plantão ainda disponibiliza um número específico para as denúncias durante o Carnaval: 3116-0567 .
Fonte: Ascom/SJDHDS