Ciente da vulnerabilidade dos menores, uma das ações do Governo do Estado, através da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos, e Desenvolvimento Social (SJDHDS), visa prevenir o risco de crianças se perderem dos familiares com a distribuição de pulseiras de identificação para o público infanto-juvenil. Nome, endereço, telefone e contato dos responsáveis são as informações básicas que estarão nas pulseiras distribuídas pela SJDHDS entre quinta e terça-feira de carnaval. Os agentes da Secretaria e do Centro de Defesa Criança e Adolescente da Bahia (Cedeca) estarão espalhados nos três circuitos (Barra-Ondina, Campo Grande e Pelourinho) em busca ativa pelas crianças e adolescentes.

Para o secretário de Justiça, Direitos Humanos, e Desenvolvimento Social, a ação mostra um cuidado a mais com as crianças durante a folia. “O carnaval é essa festa linda, mas que tem grandes aglomerações e, às vezes, num descuido, a criança pode se perder. Aí, a pulseira entra como elemento de apoio para que a situação se resolva da forma mais rápida possível”, destacou Carlos Martins.

Durante a ação com agentes da SJDHDS e Cedeca, as crianças que forem encontradas sem acompanhantes ganharão uma pulseira, serão identificadas e levadas ao Conselho Tutelar. Já filhos de ambulantes e trabalhadores envolvidos na festa, que estejam em condições que violam o Estatuto da Criança e do Adolescente, serão identificados e recolhidos para Espaços Temporários de Convivência, onde serão atendidos por equipes multiprofissionais.

Nos espaços, serão oferecidas condições de acolhimento temporário, alimentação, higiene e atividades lúdicas e pedagógicas. Eles funcionarão em quatro locais. No Centro, crianças e adolescentes entre 7 e 17 serão recebidos no Colégio Estadual Mario Augusto Teixeira de Freitas, em Nazaré. Já as crianças entre 0 e 6 anos terão acolhimento na Escola Estadual Senhor do Bonfim, nos Barris. No circuito da Barra-Ondina, as crianças de 0 a 6 anos serão encaminhadas à Creche Calabar, enquanto crianças e adolescentes na faixa de 7 a 17 irão para o CIAC, em Ondina.


Fonte: Ascom/ Secretaria de Justiça, Direitos Humanos, e Desenvolvimento Social (SJDHDS)

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