Técnicos e gestores da assistência social de 15 municípios baianos que executam serviços destinados para a população em situação de rua participaram nesta terça-feira (1), em Salvador, da IV Reunião Técnica sobre as Ações de Proteção Social voltadas para o segmento. O objetivo das reuniões, promovidas pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) desde o ano passado, é contribuir para o fortalecimento e qualificação do atendimento, na perspectiva de identificar fragilidades, avanços e desafios da cobertura dos serviços ofertados ao público em questão, pela rede socioassistencial.

“Para esta quarta edição, a proposta é ouvir alguns municípios sobre suas experiências e conquistas, a partir da realização das reuniões técnicas no ano passado”, explicou a assistente social e técnica de referência em abordagem social da Superintendência de Assistência Social (SAS) da SJDHDS, Márcia Santos.

Técnicos de Feira de Santana, Jequié, Vitória da Conquista, Salvador e Barreiras apresentaram suas experiências. Entre as práticas de sucesso narradas pela assistente social da Secretaria de Assistência Social de Barreiras, Edilene Amorim, constaram a oferta de oficinas de informação e de produção, um projeto de horta comunitária e a inclusão de três usuários do Centro Pop local no mercado de trabalho.

“Trabalhamos com a inclusão dessas pessoas no Cadastro Único e o acolhimento é feito de forma personalizada, a depender da necessidade de cada um deles e de forma participativa. O projeto da horta comunitária, por exemplo, foi uma iniciativa dos próprios beneficiários da unidade. Lá eles plantam, e o que colhem utilizam nas três refeições que fazem diariamente” relatou.

Aprovando a iniciativa da SAS de realizar as reuniões, Edilene reafirmou a importância da troca de experiências entre técnicos de vários municípios executores dos serviços de proteção social voltados à população em situação de rua. “É um banquete de ideias e experiências que a gente pode agregar ao nosso trabalho. Uma oportunidade de contato com visões diferentes que a gente sozinha não consegue perceber. E, para alinhar a política de atendimento a esse público, é importante conhecer a dinâmica de cada município, que estejamos em constante diálogo, falando a mesma língua”.

Fonte: Ascom/SJDHDS