Uma série de atividades será realizada pela comunidade escolar do Colégio Estadual Antônio Bahia, em Conceição do Coité, no nordeste baiano, para celebrar os 87 anos da unidade escolar, fundada em 13 de maio de 1929. Entre elas, uma exposição, que acontece no centro da cidade, com fotos e objetos antigos, como máquinas de datilografar, mimeógrafo e réplicas de carteiras antigas. Além disso, haverá um desfile com fardamentos usados em diferentes épocas, além de apresentação de textos de cordel, poesias, música pelos alunos da modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Segundo a diretora Mônica Ramos, a criação da instituição foi mobilizada pelo professor Sizenado Ferreira de Souza e Antônio Bahia para agrupar as escolas da época, que funcionavam nas casas dos moradores da vila, pois a cidade pertencia ao município de Riachão do Jacuípe. “Inicialmente, a unidade tinha o nome de Escolas Reunidas Antônio Bahia, em homenagem a um dos seus fundadores, que exercia grande influência na educação. Em 1981, recebeu o nome de Escola Antônio Bahia, e, em 2014, passou a se chamar Colégio Estadual Antônio Bahia”.

Para Maria Lopes Souza, 12 anos, do 8º ano, é uma satisfação poder estudar no mesmo colégio que seu pai estudou. “Este é um colégio muito tradicional na região, e me sinto muito honrada em poder fazer parte dele e aprender muito”, afirmou a estudante, enquanto conferia a exposição de fotografias.Também aluna do 8° ano, Jaqueline Vidas Santos, 13, ficou “surpresa ao ver várias fotos antigas” e pode “fazer uma comparação do antigo com o moderno porque hoje o colégio possui quadros brancos e não de giz, TV, mesas e carteiras diferenciadas”.

Sua colega Manuela Lopes de Oliveira, 12, salientou a qualidade do ensino. “Este é o primeiro ano que estudo neste colégio e estou gostando muito dos professores e de suas aulas. É um ambiente que me sinto bem porque posso interagir com outros estudantes e adquirir novos conhecimentos”. Para a professora de Língua Portuguesa, Tarcisa Silva, a instituição é uma referência na região. “Estou há dois anos fazendo parte desta família e procuro dar o meu melhor para manter o padrão de ensino que o colégio vem desenvolvendo ao longo desses anos. Por isso, me sinto privilegiada”.

Fonte: Ascom/Secretaria da Educação do Estado da Bahia