O governo baiano prepara uma das maiores transformações da história da sua gestão de pessoal, com a implantação do módulo Human Capital Management (HCM) do SAP ERP (Enterprise Resource Planning), um software de gestão empresarial mundialmente reconhecido. Batizado de RH Bahia, o projeto de implantação do SAP irá viabilizar a automatização de mais de 90% dos processos de Recursos Humanos do Estado, gerando vantagens para a eficiência da máquina estatal e para os cerca de 257 mil servidores estaduais, entre funcionários ativos, aposentados e pensionistas.

Atualmente, o projeto está ingressando em uma etapa decisiva, com a realização de uma série de testes no sistema. A previsão é que em janeiro de 2017 o software entre em operação nas empresas públicas e sociedades de economia mista. Para os órgãos da administração direta, autarquias e fundações, a estimativa é outubro do mesmo ano.

Detalhes e curiosidades sobre o projeto

Pioneirismo

Com o RH Bahia, o governo baiano irá se tornar o primeiro do País a implantar integralmente o módulo Human Capital Management (HCM) do SAP ERP (Enterprise Resource Planning). Desenvolvido pela empresa alemã SAP AG, o sistema, até pouco tempo, era utilizado no Brasil principalmente por grandes empresas privadas e de economia mista como a Petrobras.

Benefícios

Ao automatizar seus processos na área de gestão de recursos humanos, o governo baiano irá aprimorar controles internos, garantindo economia financeira e mais rapidez no acesso a informações gerenciais. Para os servidores e empregados públicos ativos, inativos e pensionistas, a implantação do sistema irá resultar em acesso online facilitado a informações, vantagens e benefícios.

Gestão da Mudança

A entrada em operação do RH Bahia vai gerar alteração na rotina dos servidores, em especial daqueles que trabalham na área de Recursos Humanos. Para garantir que a transição ocorra da maneira mais tranquila possível, uma equipe de Gestão de Mudança foi criada para conduzir ações de mobilização, sensibilização e capacitação, mitigando possíveis impactos organizacionais indesejáveis.

Fonte: Ascom/Secretaria da Administração do Estado (Saeb)