O modelo de assistência prestada pelo Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), está superando as expectativas das equipes das secretarias da Saúde do Maranhão e Tocantins, que estão em Salvador conhecendo a experiência da unidade de referência em diabetes e obesidade.

Localizado na Avenida ACM, s/n, Iguatemi, em Salvador, o Cedeba foi indicado pelo consultor nacional de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis e Deficiências, da Organização Panamericana de Saúde (Opas), Lenildo de Moura, que acompanhou, na manhã desta quarta-feira (9), o início da visita. “A cada vez que venho ao Cedeba, [fico] mais impressionado com a qualidade do trabalho”.

Os técnicos conheceram a experiência da Coordenação de Educação e Apoio à Rede (Codar), que enfatiza a educação dos pacientes com diabetes, voltada para o autocuidado e qualificação dos profissionais da atenção básica. A apresentação foi feita por Graça Velanes, coordenadora da Codar.

Estratégias de trabalho

Já a diretora do Cedeba, Reine Chaves Fonseca, destacou a importância da união da equipe de profissionais do centro. Ela também ressaltou a importância das ações de educação em diabetes como o Programa de Interiorização da Assistência ao Diabetes na Bahia (Prodiba) e o Projeto de Qualificação do Cuidado e Mobilização Comunitária em Diabetes (Proced).

Emanuela Brasileiro, do Departamento de Atenção à Saúde da Mulher, da Secretaria da Saúde do Maranhão, considerou excelente o modelo de assistência do Cedeba, destacando o nível de organização, a articulação com a atenção básica e as estratégias de trabalho.

Para Silvia Maria Costa Amorim, da Superintendência da Atenção Primária em Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde do Maranhão, diabetes e hipertensão são prioridades na atual gestão no seu estado.

“Foi muito bom conhecer a experiência da Bahia, que faz um trabalho excelente”. Ela também citou o foco na educação que marca o trabalho realizado pelo Cedeba. “Mudar o processo de trabalho em saúde tem de começar pela educação”, disse Sílvia.

Para a assistente social da Área Técnica de Doenças e Agravos Não – Transmissíveis, da Secretaria da Saúde do Tocantins, Josineide Reis, a visita está muito interessante e “superando minha expectativa. Dá para perceber a experiência da equipe que repassa o conhecimento com muita didática”.

Encontro nesta quinta

Nesta quinta (10), pela manhã, as visitantes participam de encontro com a coordenadora técnica do Cedeba, endocrinologista Flávia Resedá, e com a coordenadora do Núcleo de Obesidade, endocrinologista Teresa Arrutti. À tarde, o grupo conhece o Serviço Infanto-Juvenil (Siju) e o Grupo Doce Conviver. A visita termina na sexta-feira (11).

Fonte: Ascom/Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba)