A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) iniciou a implementação de uma série de ações de combate e prevenção ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. “É obrigação de todos nós, Estado, prefeituras e toda população, somar esforços no combate ao mosquito e na prevenção das doenças. Trata-se de uma questão de saúde pública e de responsabilidade de cada cidadão. Portanto, estamos fazendo a nossa parte”, destacou o secretário Carlos Martins.
Além de parcerias e suporte a outras secretarias, a Sedur convocou seu quadro de funcionários e colaboradores a entrar na campanha. Foram colocadas telas nas entradas das caixas de água potável e nas grelhas dos bueiros, os tanques superiores de água potável foram vedados e toda vegetação externa, bem como o mato acumulado, foram devidamente podados. Também ficou estabelecida a verificação diária nos jardins para coleta e eliminação de possíveis criatórios do mosquito, além da limpeza, duas vezes por semana, das calhas destinadas a águas pluviais, e a poda mensal da cerca viva.
A Sedur, por meio da Conder, também está orientando os engenheiros e empreiteiros das obras em execução, a exemplo das linhas Azul e Vermelha, para impedir o acúmulo de lixo e água parada nos canteiros. Da mesma forma, os assistentes sociais que prestam serviço à secretaria e os técnicos que acompanham empreendimentos no interior do Estado foram capacitados para orientar às comunidades locais e tornar os respectivos líderes comunitários em agentes multiplicadores das informações e das ações de combate Aedes aegypti.
Lixo acumulado também é vilão
O coordenador de Resíduos Sólidos da Sedur, Mateus Cunha, lembra que o acúmulo de lixo e resíduos sólidos afeta diretamente a propagação do Aedes aegypti. “Um dos principais instrumentos de planejamento para evitar a proliferação de doenças como dengue, zika e chikungunya é o Plano Estadual de Resíduos Sólidos, que a Sedur já está implementando”, pontuou. “Planejamento significa economia aos cofres públicos. Sem planejar não obtemos resultados de médio e longo prazo”, completou.
O Plano já está com o termo de referência e orçamento aprovados pela Caixa Econômica Federal. A próxima etapa é a abertura do processo licitatório. “Trata-se da principal ferramenta da Política Estadual de Resíduos Sólidos, que já está em curso no Estado”, explica Cunha.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que cada US$ 1 investido em saneamento básico repercute em uma economia de US$ 4,3 na saúde pública.
Fonte: Ascom/Sedur