O ozônio (O3) pode ser uma alternativa viável para redução de custos e diminuição do impacto ambiental no tratamento de água e esgotamento sanitário nas cidades. A nova tecnologia foi analisada pelos técnicos da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), na tarde desta quinta-feira (3), e deve ser testada em locais estratégicos dos sistemas de tratamento de Salvador e região metropolitana.
O processo de desinfecção de água pelo ozônio auxilia na proteção da saúde humana, evitando doenças causadas pela má qualidade da água, sendo um importante aliado no combate ao Aedes aegypti e outros tipos de mosquitos. O método também pode ser usado para limpeza de canais e já foi adotado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para tratamento de poços artesianos.
Estudos apontam que o ozônio é um dos mais potentes oxidantes disponíveis no mercado a preços competitivos, oferecendo alta eficiência, mais rapidez e letalidade contra bactérias e micro organismos, além de grande solubilidade em água.

O sistema a ser testado pela SIHS produz o elemento por meio de ozonizadores modernos instalados uma única vez para funcionar de forma contínua e automática, promovendo uma descarga elétrica no oxigênio presente no ar. A molécula é então separada e forma o ozônio, que é lançado na água. Trata-se, portanto, de uma tecnologia ecologicamente correta e os equipamentos são produzidos no Brasil.


Fonte: Ascom/Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS)