Um dia antes de completar 53 anos, o governador Rui Costa participou da missa de encerramento do Novenário do Senhor do Bonfim acompanhado da primeira-dama do Estado e presidente das Voluntárias Sociais da Bahia, Aline Peixoto. A cerimônia, iniciada às 10h deste domingo (17) na Basílica do Senhor do Bonfim, foi presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, dom Marco Eugênio Galvão Leite de Almeida.

Rui voltou à Colina Sagrada após ter participado, na última quinta-feira (14), da caminhada de oito quilômetros entre as igrejas da Conceição da Praia e do Bonfim, que marca tradicional Lavagem do Bonfim. “[É] um dia de muita emoção. Eu digo sempre, quem é baiano, quem é devoto do Senhor do Bonfim, o coração bate diferente, a gente fica [emocionado] quando vem à igreja e ouve o hino", disse o governador.

Quanto à proximidade da data do aniversário com o dia dedicado ao Senhor do Bonfim, Rui Costa enfatizou a satisfação pela coincidência, que se repetiu em outros anos. "Desde o meu nascimento coincidia, a depender do calendário, [o dia do Senhor do Bonfim] com o meu aniversário. Na véspera ou no dia seguinte. É sempre uma emoção grande. Eu quero agradecer a Deus e pedir serenidade, saúde e paz aos baianos, e que possamos fazer ainda mais em 2016".

Após a missa, o governador participou, ao lado dos celebrantes, do desasteamento da Bandeira do Nosso Senhor do Bonfim na frente da Basílica, ao som do Hino Nacional. Secretários de Estado e outras autoridades também estiveram presentes na manhã de celebração.

Multidão da fé

O último dos nove dias de festejos e celebrações no Bonfim teve a presença de milhares de fiéis, que lotaram os espaços internos e externos da igreja. Para o padre Edson Menezes, reitor da Basílica, o dia também é de comemoração pelo sucesso de mais uma edição do Novenário. "A nossa avaliação é positiva devido à grandeza espiritual da festa do Senhor do Bonfim. A Lavagem foi um sucesso e hoje temos o ponto alto com a missa solene. A festa do Senhor do Bonfim é a maior da Bahia".

Mesmo para quem não participou da Lavagem, como a professora Ezinalva Campos, a missa solene é mais uma oportunidade de renovar os votos e pedir bênçãos para o ano. "É [demonstração] da nossa fé, de nós baianos. É um momento de fazer orações, pedidos para que a divina misericórdia nos cubra e nos dê paz, em primeiro lugar, e saúde para que, no próximo ano, possamos estar aqui".

Repórter: Eudes Benício