Mais de uma tonelada de fogos de artifício foi apreendida, na manhã de terça-feira (11), na Feira de São Joaquim e na empresa Florentino Fogueteiro, na Rótula do Abacaxi, durante operação da Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC), da Polícia Civil, destinada a coibir a venda e o armazenamento irregulares destes artefatos em Salvador. De acordo com o coordenador do CFPC, delegado Arthur Galas, a fiscalização de fogos de artifício está sendo intensificada neste mês, diante da proximidade dos festejos juninos e da Copa das Confederações.

A Delegacia de Defesa do Consumidor (DECON), a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (SUCOM), a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEMOP), a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) e a 6ª Região Militar do Exército também participaram da operação. “O armazenamento incorreto de fogos, como averiguamos nos locais visitados nesta terça-feira, oferece risco de explosão”, informa Arthur Gallas.

Nove proprietários de boxes localizados na Feira de São Joaquim foram conduzidos à DECON onde prestaram depoimento. A titular da unidade, delegada Carla Santos Ramos, os indiciou em inquérito pelo crime de venda de material impróprio para o consumo. Uma mulher de prenome Ione, proprietária da empresa Florentino Fogueteiro, será ouvida na DECON, nos próximos dias. O material apreendido será destruído pelo Exército.

Feira de Santana

Em Feira de Santana, o comerciante José Antônio de Souza Leite, de 60 anos, foi flagrado, na terça-feira, por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal, na BR-116 transportando de forma inadequada cerca de 250 quilos de fogos de artifício, dentro de um automóvel Parati, de cor verde. Conduzido à 1ª Delegacia Territorial (DT/Feira), ele foi interrogado pela delegada plantonista Tatiana Brito.

José é proprietário de um estabelecimento comercial onde, no período junino, vende fogos de artifício. A delegada Tatiana Brito salienta que transportar produtos explosivos incorretamente implica em risco de explosão. O comerciante foi liberado depois de lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).