Representantes de seis estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Bahia), de 20 municípios baianos, universidades e agências do Sistema ONU discutiram, nesta sexta-feira (23), em seminário, o Programa de Cooperação Técnica Descentralizada Sul-Sul lançado em fevereiro pelo Governo Federal.

O seminário, organizado pela Subchefia de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, com apoio da Secretaria para Assuntos Internacionais e da Agenda Bahia (Serinter), esclareceu aos participantes como elaborar projetos para concorrer ao financiamento disponível.

O programa vai destinar US$ 2 milhões, durante um ano, para incrementar a troca de experiências bem-sucedidas entre estados e municípios brasileiros e países parceiros, com ênfase na América Latina, Caribe, África e BRICS (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

“Longe de competir com as boas práticas em andamento, algumas delas abraçadas com o esforço próprio do pioneirismo, haverá de se constituir em uma nova ferramenta de trabalho, agregando novos setores e segmentos, para os quais este eixo revelava-se de difícil acesso”, pontuou o secretário da Serinter, Fernando Schmidt, sobre o programa.

Representando o empresariado, o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Reinaldo Sampaio, afirmou que o Sistema Fieb entende que a cooperação técnica internacional é um intrumento essencial ao desenvolvimento socioeconômico de municípios, estados e países, bem como um estímulo ao exercício do protagonismo.

O programa vai financiar projetos de até US$ 200 mil cada. Municípios e estados interessados devem enviar os projetos até 29 de junho (primeira chamada) e 31 de agosto de 2012 (segunda chamada), por via eletrônica para cooperacaosulsul@presidencia.gov.br.

Informações detalhadas podem ser obtidas no site do planalto