Uma versão matutina do tradicional “Sarau do João”, com a participação de diversos artistas da Bahia, será a próxima edição do projeto “Domingo no TCA”, que acontece na manhã de domingo (14), a partir das 11h, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, em Salvador.

Do forró ao chorinho, do jazz à bossa nova, o espetáculo, com direção do maestro e compositor Tom Tavares, terá uma diversidade musical bem ao gosto do público baiano. O projeto “Domingo no TCA” tem o apoio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Entre músicos, cantores, compositores e poetas, o violonista Mário Ulloa convidou Cinho Damatta, Alexandre Leão, Salete Souza, Cláudia Cunha, Celo Costa, Maviael Melo, Xangai, Tom Tavares, Carlinhos Cor das Águas, Grupo Mandaia, Daniel Veloso, Milton Candeias, Duo Ambar, Dema e Regina, Roberto Carvalho, Joatan Nascimento, Mônica San Galo, Ana Américo, Luísa Brito, Maurício Peixoto, Cacau do Pandeiro e André Simões.

Os ingressos (inteira) custam R$ 1, e serão vendidos no mesmo dia, a partir das 9h, com o acesso imediato do público. O Domingo no TCA, desde 2007, vem apresentando inúmeros espetáculos de música, teatro, dança e cinema, proporcionando à comunidade baiana um lazer cultural de qualidade com ingressos a preço simbólico.

Comunicação do som 
O empresário João Américo é um dos especialistas mais requisitados quando se trata de sonorização profissional. Apaixonado por música, seu nome, que virou sua marca, é sinônimo de excelência na comunicação do som, seja amplificando ou reunindo músicos nos palcos ou em casa.

Dessa paixão nasceu, há 30 anos, o “Sarau do João” evento que reúne público e artistas de todos os gêneros, convidados pessoalmente por ele para o evento, que acontece uma vez por mês, na sua casa artística, na Ladeira da Fonte.

Saraus, como o próprio nome diz – sarau ou serão – são eventos literários ou musicais realizados à tardinha ou à noite. O “Sarau do João”, conforme Américo, “começou pequeno, como tudo que é bom”, diz ele. “Era só uma reunião de amigos músicos que eu chamava, mas a coisa era tão crítica que dependia de Regina, Dema e Tonzé (um amigo engenheiro). Se um deles faltasse, faltava um terço das atrações”, contou. Com o decorrer dos anos, o “Sarau do João” virou um ponto de encontro da liberdade, inteligência e criatividade musicais, poéticas e culturais de Salvador.