O Grito do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822, não garantiu a total Independência do Brasil. Na Bahia, o povo teve que ir à luta, pegar em armas e expulsar o exército português, que insistia em se manter em terras brasileiras. Somente em 2 de julho de 1823, o Brasil se tornou um país livre do colonizador. Para esclarecer essa história, a Fundação Pedro Calmon/Secretaria Estadual da Cultura promove, nos dias 4, 5, 8, 12 e 13 deste mês, nas Bibliotecas Públicas do Estado, o ciclo de conferências “Dois de Julho – 187 anos de Luta”.

Acesse a letra e o áudio do Hino ao Dois de Julho.

Foram convidados importantes pesquisadores do tema, que farão palestras gratuitas. Os interessados em participar deverão confirmar presença pelo telefone (71) 3116-6852. Quem tiver 70% de frequência, receberá certificado de participação. A primeira palestra será neste domingo (4), às 11h, na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato (Nazaré), com o historiador e diretor da FPC, Ubiratan Castro de Araújo. A segunda será na segunda (5), na Biblioteca Anísio Teixeira (Ladeira do São Bento, Centro da Cidade), com a historiadora Wlamyra Albuquerque.

O público da Ilha de Itaparica será contemplado no dia 8, às 10h45. A historiadora Antonmara Magalhães Fraga Lima estará na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior para falar sobre “A importância do 2 de Julho para Bahia e o Brasil”. No mesmo dia, às 15h, a Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris) recebe o historiador Dilton Oliveira de Araújo, para falar do mesmo assunto.

As duas últimas palestras acontecerão na semana seguinte. No dia 12, às 15h, na Biblioteca Thales de Azevedo, no Costa Azul, com o historiador André Luis da Silva Santos, que abordará o “Aspecto simbólico do 2 de Julho no imaginário de Salvador”. E no dia 13, às 14h30, na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior – Rio Vermelho, o historiador Sérgio Guerra Filho fecha o ciclo.